
Aconteceram e, em verdade e pelo que todos vivemos, estou certo que continuam a acontecer dentro de nós, a povoar os nossos silêncios fecundos.
Festa e comunhão que alimenta solidariedade. Tudo contemplando o rosto de Cristo que, no seu olhar por nós, nos cumula de esperança alegre. Nem todos podem entender por palavras mas será a vivência desta riqueza que nos atesta como é verdadeira a nossa fé.
Se
Portimão e
Santarém foram a concretização da nossa primeira etapa deste caminhar quaresmal, estou confiante de que Portalegre e Guarda, respectivamente no próximo Sábado e Domingo, repetirão esta tão significativa vivência já testada.
Cabe aos participantes partilharem, neste lugar ou noutro qualquer, as suas impressões.
Da minha parte, o meu muito obrigado pela forma como fui acolhido e pelo incentivo que recebi. Leva-me a pensar que estes foram apenas os primeiros sete anos, tal como estes foram, apenas os primeiros dois espectáculos desta caminhada.
Uma santa Quaresma. Cheguemos à Páscoa mais fortes e mais “afinados”, embora que, com tanto esforço, gostosamente mais cansados.